Feminismo

O PODER DAS MULHERES SOBRE OS HOMENS

É preciso não confundir os pretextos com os objetivos. Por exemplo, quando as feministas alargam o conceito de certos crimes (estupro, assédio sexual, violência doméstica etc.) até desfigurá-los completamente e depois fazem aprovar legislações com tais conceitos ampliados, o pretexto é proteger a mulher. O objetivo é dar à mulher poder sobre o homem. Poder de chantagem, poder de vingança, poder de intimidação etc.

Em Quem roubou o feminismo, a Hoff Sommers conta a história de um professor que foi acusado de assédio sexual por algumas alunas. Motivo: elas ficaram ofendidas porque ele teria dado uma interpretação patriarcal à obra da escritora Isak Dinesen.

Outro caso citado por ela é o de Chris Robison, um estudante de pós-graduação da Universidade de Nebraska que colocou em sua mesa uma foto de sua esposa na praia usando um biquíni. Duas colegas de trabalho dele exigiram que ele a retirasse, sob a alegação de que ela objetificaria as mulheres. Para evitar complicações, já que o chefe de departamento ficou do lado das queixantes, Robison tirou.

Em Heterofobia, a Daphne Patai relata o caso do professor Ramdas Lamb, que tinha por costume trabalhar temas polêmicos em sala de aula, como aborto, racismo etc. Quando Lamb resolveu abordar o tema das falsas acusações de estupro, algumas alunas se sentiram ofendidas e o denunciaram por assédio sexual.

Em Homens em Greve, Helen Smith conta o caso do estudante Caleb Warner, que teve alguns encontros sexuais com uma garota e que, quando recebeu dela um pedido de namoro, rejeitou-a. Como vingança, ela o acusou de estupro e conseguiu com que ele fosse expulso da faculdade, pois o alargamento dos conceitos anda de mãos dadas com o fim da presunção de inocência para homens.

Isso bem poder uma técnica enviesada das feministas para corrigir o que elas consideram como distorções. Essas mulheres, como você sabe, são fiéis da Igreja da Construção Social, que alega que homens e mulheres são psicologicamente iguais e que quaisquer diferenças entre eles nessa área só podem ser fruto da socialização de meninos e meninas. Essa teoria exige que haja 50% de homens e 50% de mulheres em todas as atividades humanas. Se não houver tal paridade, isso é visto como um problema que demanda uma solução. Dando tal poder para as mulheres sobre os homens, pode-se forçar esse resultado de 50% a 50%, ou, o que seria melhor, uma inversão das porcentagens favoráveis às mulheres. Não faz muito tempo um site feminista publicou uma matéria com o seguinte título: “#MeToo tirou 201 homens do poder e mulheres ocupam 43% dos cargos repostos“.

Esse poder que as mulheres passam a ter sobre os homens, ao contrário do poder que os homens têm sobre as mulheres em razão de sua maior força física, não oferece para elas nenhum risco. Um homem pode usar sua força física para estuprar uma mulher, mas corre o risco de ser preso ou linchado pela população. Uma mulher que fizer uma falsa acusação não sofre penalidade nenhuma.

Fonte da imagem: https://bit.ly/2U0CsLQ.

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