Feminismo

PSICOPATIA FEMINISTA

Que feministas são psicopatas, ou pelo menos agem segundo uma lógica de psicopatas, é algo que se deduz facilmente das declarações que elas fazem e dos argumentos que apresentam numa discussão. Embora as feministas gostem de alardear que o feminismo também é bom para os homens, é nítido que essas mulheres não dão a mínima para o sofrimento masculino. Um bom exemplo é a declaração da Hillary Clinton de que as verdadeiras vítimas da guerra não são os homens que morrem nos campos de batalha, mas as mulheres que perdem os pais, filhos e maridos. Outro exemplo é o argumento de que o problema das falsas acusações de estupro não é o fato de um inocente ser acusado, correr o risco de ser expulso de caso, perder o emprego, ser linchado e assassinado por uma população furiosa. O problema, para elas, é que isso prejudica a luta contra o estupro…

A Universa traz hoje uma análise sobre a novela Por amor, que atualmente está sendo reprisada pela Globo, que é outro notável exemplo de psicopatia feminista. A autora da resenha aponta aqui e ali os personagens e comportamentos machistas da novela, mas se esquece do principal: como a novela exemplifica o sequestro dos direitos paternos pela mãe.

Você deve se lembrar da história. Helena, personagem interpretada por Regina Duarte, e sua filha Eduarda, interpretada por Gabriela Duarte, dão à luz no mesmo dia. Só que o filho Eduarda morre, e Helena, para não deixar sua filha sofrer, entrega o seu próprio filho para Eduarda depois de convencer o médico a declarar que a criança que morrera fora a dela, Helena.

A novela se chama Por amor exatamente por causa desse gesto de amor materno. Vejam o que uma mãe é capaz de fazer pela filha! Colocou os interesses, o bem-estar e a felicidade da filha acima dos seus próprios.

O que não entra em consideração aí, é claro, é como essa mãe colocou os interesses, o bem-estar e a felicidade da filha acima dos direitos, dos interesses, do bem-estar e da felicidade do pai da criança, Atílio, interpretado pelo Antônio Fagundes. Em nenhum momento, Helena pergunta a Atílio se ele topa entregar o próprio filho para Eduarda. Ela simplesmente toma essa decisão de forma unilateral, como se a criança fosse só dela, sem nunca se perguntar: será que eu tenho o direito de fazer isso? Será que o pai vai sofrer ao ser informado de que seu filho morreu durante o parto? Nada disso importa para ela.

As novelas de antigamente – falo das de antigamente porque hoje eu não assisto mais – estão repletas de exemplo de mulheres que usam o útero para lesar os direitos de seus parceiros. Eu me lembro, por exemplo, de uma novela em que a personagem da Deborah Secco invade uma clínica e falsifica um exame de DNA para fazê-lo atestar que os filhos que ela tivera com um amante eram, na verdade, do namorado.

Numa rápida pesquisa ao Google, descubro que a coisa não mudou muito hoje. Uma matéria publicada pelo Notícias na TV começa assim: “Rimena (Maria Casadevall) descobrirá que está grávida de Gustavo (Gabriel Leone) em Os Dias Eram Assim. Após saber que Renato (Renato Góes) quer terminar o casamento para ficar com Alice (Sophie Charlotte), a médica resolverá ter um filho para ”segurar’ o marido e usará o cunhado em seu plano”.

Mulheres agem rotineiramente dessa forma, como se o filho fosse exclusivamente delas, tanto nas novelas como na vida real. Mas, infelizmente, elas não fazem isso o tempo todo. Existem momentos em que elas lembram que o filho não é só delas, mas delas e do pai, como na hora de pedir pensão, de trocar a fralda, fazer a mamadeira etc. Existem até mesmo momentos em que o filho é só do pai: “Vai lá falar com seu filho arrumar o quarto”. Meu, seu, nosso… ela não consegue se decidir de quem é o filho.

Crédito da imagem: https://glo.bo/2JRmQ9U.

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